dulcor

 
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Game Desire e o FP

04/06/2020       

Basicamente explicando, Flash Player é um software que executa animações.

Aquele curso ou jogo simples gravados em alguma mídia possivelmente pode ter sido desenvolvido para ser executado pelo Flash Player.

Por muito tempo o Flash Player também vem sendo usado nos navegadores por meio de um plugin que leva o nome do software, sendo responsável pelas animações das páginas, principalmente JOGOS.

É aí que se encaixa o Game Desire pois, salvo engano, parte significativa dos jogos no site dependem do Plugin Flash Player para serem executados, e isso pode ser observado por meio de uma permissão solicitada pelos navegadores.

Adobe, Firefox, Chrome...

A Adobe, detentora do software, anunciou que deixará de fornecer suporte ao Flash Player até dia 31 de dezembro de 2020, e recomenda que sites que dependem do Plugin se adaptem à decisão, talvez usando um recurso alternativo.

Navegadores como Firefox, Google Chrome e os da Microsoft (Edge e Internet Explorer) já anunciaram que o Plugin Flash Player deixará de funcionar após dezembro de 2020.

O fim do Flash Player já foi anunciado há bastante tempo, mas tem chamado atenção por ser o último ano de seu funcionamento, visto que já é bem pouco usado.

Game Desire

Como ressaltado antes, parte significativa dos jogos do Game Desire “rodam” em Flash Player e fica a dúvida de como o site se comportará a partir de 2021.

Será que o GD continuará usando um Plugin que não terá mais suporte do seu desenvolvedor, visto que o suporte é imprescindível, sobretudo no que concerne à segurança?

Até então o Game Desire sempre recomendou o uso do navegador Mozilla Firefox, navegador que integra aqueles que anunciaram o fim do suporte ao Plugin da Adobe a partir de 2021.

Desconheço quaisquer posicionamentos do site a respeito da questão.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=W8PQhqhpf64

Obituário...

03/06/2020       

Maria Alice Vergueiro

Morre a atriz Maria Alice Vergueiro, que mais atuava no teatro do que na televisão e por isso talvez não seja tão conhecida como deveria.

A atriz protagonizou um dos primeiros vídeos virais que acompanhei na internet, “tapa na pantera”, vídeo de humor no qual interpreta uma usuária recreativa de maconha que usa o termo “tapa na pantera” quando quer dizer que vai fumar um cigarro de maconha.

Como hoje em dia parece que nada mais causa morte senão a COVID-19, então basta notificar que a atriz NÃO MORREU DE COVID-19.

Descanse em paz!

 

https://www.youtube.com/watch?v=6rMloiFmSbw


Jimmy Raw

Quem tem mais de 30 anos, é morador do estado do RJ e já teve as rádios AM e FM como referência de informação e cultura, sabe quem é Jimmy Raw.

Foi locutor da minha rádio preferida, “Antena 1 FM”, que hoje só existe na internet.

Jimmy embalou a “dor de cotovelo” de muitos na época do “Good Times 98”, programa de músicas antigas que representavam a trilha sonora da vida de muitos.

Jimmy faleceu aos 58 anos, vítima da COVID-19.

Descanse em paz!

Uma das preferidas do Jimmy:

 

https://www.youtube.com/watch?v=Y6-PFIL1IwI

Quem, quando, onde...

02/06/2020       

Fake News, que traduzido significa “notícias falsas” é um produto da fofoca.

As notícias falsas só conseguem prosperar graças aos fofoqueiros, especificamente aqueles tipos que criam, disseminam ou “dão ouvidos” às notícias bizarras, absurdas, pouco comuns ou criadas com algum objetivo.

Antigamente, espalhar uma notícia falsa era uma tarefa árdua, pois dependia da disposição física dos fofoqueiros, embora eles fizessem isso por prazer.

Começava contando a um vizinho, colega ou amigo, e se o ouvinte também for fofoqueiro, as “fake news” se espalhariam com mais velocidade.

Uma característica das “fake news” de antigamente é que, além de falsa, a notícia chegaria distorcida, pois sofreria alterações graças a forma como cada um entende e conta a notícia, no típico e famoso “telefone sem fio”. É engraçado pensar que dá para piorar uma notícia que já é falsa.

Com o advento da internet, as “fake news” se espalham de forma mais eficiente graças a uma coisinha quase inútil chamada “rede social”. Não é de se espantar que o “whatsapp”, Facebook etc sejam o antro das “fake news”. Sim!!! Considero o “whatsapp” como rede social porque se pode compartilhar status.

Eu poderia continuar falando das pessoas que espalham as “fake news”: os fofoqueiros.

Mas falar de fofoqueiro requer que seja feito de forma separada, até porque, além de ser um assunto vasto, envolve várias modalidades de fofoqueiros. Deixemos isso para outra prosa.

O que eu dizia mesmo? Ahhh sim, as “fake news”.

Bom é fácil se proteger das notícias falsas, e a forma de fazer isso é justamente o motivo pelo qual elas prosperam: se dar ao trabalho de averiguar a veracidade da notícia.

O segredo é saber: QUEM, QUANDO, ONDE e a FONTE da notícia.

Quando uma notícia chega a você, a primeira pergunta que deve ser feita é: QUEM noticiou?.

Se foi o Juquinha, assegure de saber se ele assina a responsabilidade da notícia. Pessoas que trabalham em veículos de comunicação assinam a notícia, de forma que possam ser responsabilizadas se difundirem notícias falsas. Isso, “de cara”, representa saber QUEM e a FONTE da notícia, duas características importantes para identificar notícias falsas e verdadeiras.

Outro ponto importante é saber de “QUANDO” é a notícia, pois as notícias antigas muitas vezes são maiores inspirações para criação de “fake news”, principalmente no contexto de que a notícia não é propriamente uma mentira, e sim apenas recontada em outro período, objetivando a mentira da impressão de ser atual.

Ateste-se de ONDE partiu ou ocorreu a notícia.

O primeiro passo para construir uma notícia falsa é não identificando precisamente onde ela ocorreu, como se referir somente ao estado ou município, deixando vago a localidade precisa do fato.

“No RJ, homem se masturba de cabeça pra baixo” (Josefrildo – divulgador da notícia).

Logo, quem é o punheteiro sujeito que comete o crime de atentado violento ao pudor? Qual o nome dele? Quando foi isso? Onde foi? O RJ é enorme. E quem é Josefrildo? Qual o sobrenome dele? Ele assina a notícia por qual veículo de comunicação?

E a título de curiosidade, por que o cara fez isso de cabeça pra baixo?

Dá trabalho identificar uma notícia falsa né? Não é de se estranhar por que elas prosperam.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=VvW6cFm1XlE

Plantão do cotidiano

30/05/2020       

Ociosidade é foda

Em tempos de pandemia, a ociosidade é um dos maiores desafios.

É ela quem promove um tempo a mais para as pessoas estarem uma com as outras, por mais absurdo que isso possa parecer. E graças à internet por isso.

E todo mundo sabe que a ociosidade é oficina do satanás.

Com mais tempo de estarem em contato uma com as outras, as pessoas esquecem que uma hora acaba o assunto, e é aí que reside o problema, porque quando o assunto acaba, surge a fofoca ou a porrada come entre os interlocutores.

Isso é um processo natural da convivência. Estar o tempo todo com uma pessoa que não é seu filho ou com quem você não é casado(a) pode ser muito perigoso.

É preciso tempo para que as pessoas cultivem a saudade e assuntos para que o entretenimento delas não sejam brigar entre si ou tomar conta da vida alheia, por mais legal que isso seja.

Duque de Caxias

Morador de Nova Iguaçu, por esses dias acidentalmente, voltando do trabalho, fui parar em Duque Caxias, também na Baixada Fluminense.

Parecia que eu estava em outro planeta.

Cidade totalmente alheia ao isolamento social. O comércio todo aberto, pessoas transitando numa muvuca que daria agonia mesmo se não fosse necessário o isolamento social.

Em comparação à rigidez imposta em outras cidades do estado, eu fico me perguntando como pode uma cidade transgredir decretos de isolamento na maior caradura sem a intervenção de autoridades.

É justamente na palavra “autoridade” que reside a resposta da questão.

A autoridade do município de Duque de Caxias é a milícia. Com ela ninguém se mete. Nem os policiais, dos quais a maioria é corrupta, tampouco os políticos, estes mais preocupados em aproveitar o momento pra fazer política.

Saudade

Diante de um rock nacional que agoniza, é difícil lidar com a saudade daquele que talvez tenha sido o último ídolo de uma geração na qual o gênero brigava praticamente sozinho pelas causas sociais.

Quando escrevia música de amor e relacionamentos, sabia expor como poucos o que cada um de nós sente.  

Empregava gírias e palavrões em suas músicas sem que elas perdessem o poder da letra. Essa habilidade é para poucos.

Em uma entrevista com a viúva de Chorão, ela disse que ele gostava de sentar-se diante o pôr do Sol e dizia “quando você quiser muito uma coisa, pede para Deus diante do pôr do Sol, porque ele vai levar seu recado”

Quando Chorão morreu, foi como se dissesse ao rock: o último que sair, apaga a luz. E eu não vejo ninguém para apertar o botão do interruptor.

Um trecho de uma das músicas do Charlie Brown sintetiza meu momento atual:

“Vivendo nesse mundo louco hoje só na brisa.

Viver pra ser melhor, também é um jeito de levar a vida”

 

FSdN

 

“O relacionamento que tem lá seus problemas... mas as diferenças às vezes são tão menores que o valor que um dá para o outro...”

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=MPTtxBKXelI

Nota em branco

20/05/2020       

Assistindo ao filme o Homem invisível, estabeleci uma comparação entre a possibilidade de ficar invisível por um tempo e o pensamento.

Isso porque, como no pensamento, acredito que se houvesse a possibilidade de estar invisível faríamos coisas que somos incapazes de fazer diante de nossa realidade visível.

Pode parecer uma comparação um tanto sem sentido, mas tenho certeza que a cabeça de cada um é terreno onde ninguém pisa.

Asseguro que cada um de nós por um momento pensou, pensa ou pensará algo do qual se  envergonha ou que não teria coragem de praticar, muitas vezes por ser imoral ou por transgredir algum tipo de lei ou regulamento. Algo que se faz incapaz de ser assumido, e que justamente por esse motivo perambula pela cabeça de todo ser racional, pois é a racionalidade que nos dá consciência de nossos atos.

Penso que se houvesse a possibilidade de se tornar invisível, muitas coisas que até então residia nos pensamentos das pessoas, as mais escabrosas, mais absurdas, seriam postas em prática.

Por isso é um barato esse “lance” pensamento, porque ele pertence somente a você. Ninguém pisa nele, e não me vem com esse papo de que Deus pode ver o que você pensa, porque senão, todos nós estaríamos fudidos, envergonhados e fadados ao inferno.

Pode parecer um papo meio zuado. Mas faz sentido.

Pelo menos eu vi sentido nisso. Coisa da minha cabeça.

Não falei que a mente é um barato?

E me perdoem se eu tiver errado.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=If6gUDsEbkA

Os blogs do momento

18/05/2020       

Nesse momento eu avisto, antes da minha, 8 notas. A menos que eu não esteja contando direito, pois bebi muita cerveja e estou meio zonzo.

Mas a minha nota de blog hoje será um pouco da nota de cada um.

De baixo para cima, vejo a nota do colega que estava sumido.

Postou uma versão de Everybody Hurts, talvez exclusiva para campanha “Médicos Sem fronteiras”.

A minha versão preferida é a interpretada por Michael Stipe, ex-vocalista do R. E. M., que inclusive é um dos compositores da música, além de ativista social.

Afinal, é uma bela música e fica bem em qualquer interpretação.

Logo acima, a nota da colega que posta sempre reverenciando Jesus.

O que mais me chama atenção nas postagens dela é a fidelidade ao tema. Gosto disso.

Reverenciar a fé é importante, ainda que eu seja um pouco obtuso em relação ao assunto.

Mais um degrau acima tá o colega romântico. Parece que a nota direcionada. Embora tenha gostado da poesia, perceba o trabalho que ele teve de colorir as palavras e caprichar na estética da nota, e são esses detalhes que mexe com quem a nota se destina.

Subindo um pouco mais, tem a nota que roga para que Deus abençoe nossa semana. E sinceramente eu espero muito que sim e me junto ao pedido.

Às vezes eu penso que a gente roga muito por Deus, mas sem perceber que não estamos pedindo menos do que Ele nos salve de nós mesmos.

Um pouco acima da metade do caminho, está a nota que fala de ódio. E a nota tem a assinatura de quem posta, regrada a ironia, sarcasmo e, principalmente, verdades. Quanto ao sentimento de ódio, acredito que quem sente dá uma importância demasiada a que ou a quem não deveria  ter importância, ou seja, a quem odeia.

E subimos um pouco mais para a nota que fala de sorrisos. A nota parece providencial, visto que os sorrisos hoje em dia estão sob as máscaras. Ao ler a nota em plena época de pandemia, percebemos o quanto a gente deixava “passar batido” detalhes que faziam a diferença, os quais talvez não dávamos tanta importância. Aliás, eu acho que essa pandemia está nos mostrando a importância de muitas coisas, inclusive aquelas que até então muitos de nós achávamos fúteis.

No penúltimo degrau de subida do blog, a nota que me fez lembrar que às vezes uma companhia é a pior das solidões.

Esse papo de “metade da laranja” e “alguém que me complete” representa clichês que só embelezam as poesias, mas que diante da realidade nos mostra como medíocres quando relacionamos a nossa própria felicidade à necessidade da companhia ou existência de alguém. Ninguém deve ter maior poder sobre você do que você mesmo.

E no degrau do topo, uma nota de perda. Gosto de me posicionar com o silencio diante de quem perdeu alguém que ama. A perda de quem amamos deixa uma lacuna irremediável da qual somente o tempo atenua a dor, transformando-a em saudade. E a saudade a gente já sabe né? é aquele sentimento ruim que nasce de uma coisa boa.

Uma boa noite a todos!

 

FSdN

 

SEMANA LOVE METAL

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=5v6BVWu2nWc

Não sigo ninguém

17/05/2020       

É impressionante como a internet traz consigo uma gama de coisas novas, muitas positivas outras negativas.

Uma delas é um novo tipo de profissão atividade: influencer digital.

Como o próprio nome sugere, embora uma expressão estrangeira, designa uma pessoa que exerce algum tipo de influência sobre outras pessoas que a “seguem” por meio de uma plataforma digital (no caso rede social).

E eis mais uma curiosidade digna da internet: ela tem a capacidade de te promover àquilo que você não sabe ou não tem competência de exercer e, acredite, muitas vezes nem quer exercer.

Basta alguém ter um número significativo de seguidores numa rede social e logo é caracterizado como “influencer digital”.

Na maioria das vezes, essas pessoas seguidas por milhares ou milhões não têm conteúdo suficiente para agregar e, ainda que tivessem, eu acho o ato de “seguir” um pouco nosense.

Contudo, o que chama a minha atenção não é a falta de conteúdo de quem é seguido por muitos, e sim esses próprios “muitos” que andam atrás de quem quase nada ou nada tem a agregar. E esses “muitos” de um, somados aos “muitos” de outros, estabelecem uma integralidade importantíssima relacionada ao rumo da sociedade. É essa integralidade que exerce um papel importantíssimo na hora de eleger políticos, de determinar as músicas que tocam nas rádios, no que assistimos na tv etc...

E se você, meu caro leitor, está satisfeito com a política e a qualidade de nosso entretenimento como um todo, então ignore o fato de que estamos a mercê de uma sociedade volúvel que toma decisões baseadas em influências de terceiros, sem a mínima capacidade de articular as próprias ideias e construir a própria opinião.

Gosto de exercer a liberdade de ir e vir e, ainda que seguir alguém esteja relacionada a essa liberdade, acho o “seguir” é um gesto um tanto “robotizado” e, embora eu seja simpático ao meu avatar de robô, tenho identidade e discernimento o suficiente para estabelecer e assumir minhas atitudes.

Obviamente que nosso comportamento pode ter alguma influência de terceiros. A vida é um aprendizado e aprendemos uns com os outros. Mas o aprendizado tem de ser de forma aleatória. Absorvemos algo de alguém aqui, outro algo de alguém ali, acolá... Mas não posso crer que alguém absorva o conteúdo integral e exclusivo de alguém e aplique à própria vida.

Por isso, não sigo ninguém. Odeio a ideia de andar atrás de alguém.

Tenho meus escritores favoritos, as bandas e cantores que gosto, mas quando quero encontrá-los, ligo o google e os procuro, na hora que eu bem entender, sem precisar ficar indo atrás, me inscrevendo em canais, “ativando o sininho” ou “dando likes” que resultam em lotar minha caixa de email de tranqueiras, como se não bastassem os spans.

 

FSdN

Nicks e imaginação

12/05/2020       

Online você se vê diante daquela pessoa, seja ela uma amiga, desconhecida ou até mesmo apenas um conhecido que você regularmente vê em um respectivo espaço.

Ainda que se tente evitar, é impossível conter o gatilho de imaginar como é aquela pessoa, mesmo diante da certeza de que isso não tem importância alguma e que é apenas um desafio do imaginário.

É o campo em que a imaginação trabalha, e geralmente tem como motivação a imagem que aquele “nick” usa.

Alguns gostam de usar foto de outras pessoas, como modelos, celebridades cômicas, músicos...

Outros preferem desenhos animados, algum “meme” ou personagens da história ou televisão.

Muitos mal percebem a imaginação automática que faz com que seja quase uma necessidade personificar aquela pessoa que está ali apenas online diante de muitos.

Particularmente, prefiro usar uma imagem de um robô. Primeiro para evitar que eu seja associado e comparado a outro ser humano, e segundo porque, obviamente, é uma forma de fazer isso de maneira discreta para preservar o que eu mais prezo no tráfego online: a minha imagem.

E outra coisa que poucos percebem é que essa “necessidade” de imaginar como alguém online é fisicamente pode sofrer a influência de como que a pessoa quer ou espera que a outra seja.

Vale tudo quando se trata de uma imaginação automática, de forma que até trejeitos, maneira de escrever e conversar ajudam a pincelar a folha da imaginação sustentada pela curiosidade.

Logo, olhe para os cantos da tela do jogo, fóruns e posts diversos. Observe os nicks e avatares, cada um com sua peculiaridade e descreva para si mesmo como você imagina cada um.

Tudo isso de maneira sutil, amistosa, descontraída e despretensiosa, sem levar em conta a má intenção daqueles que querem se passar por quem não são, com o único intuito de enganar, enfim, os famosos fakes, mas isso é assunto pra outra prosa.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=hJqqJ82wg_I

Talento...

02/05/2020       

Segundo o Michaelis online, talento é a habilidade natural para a realização de algo com destreza ou perfeição.

Enquanto que o site Dicionário Informal define talento como vocação, dom, jeito especial ou mais que especial.

Já FSdN define talento como a característica de realização de algo difícil que é executado por alguém que faz parecer ser fácil, até mesmo para o maior dos leigos.

E não é difícil exemplificar.

Na temporada 1993-1994, Barcelona x Real Sociedad, Romário recebe lançamento, mata no peito e encobre o goleiro. Golaço!

Que viu Romário jogar Copa do Mundo pela seleção brasileira, aposto que teve seu momento, quando ele recebia a bola na área, e dizia “vamos Romário, é fácil, só fazer o gol”. Não é fácil! Nunca foi fácil, mas o baixinho fazia parecer fácil. Não presume a facilidade pela dificuldade da ação, e sim por quem a executa...

Jimi Hendrix que me desculpe, mas Eddie Van Halen é até aqui o melhor guitarrista de todos os tempos.

Em 1986 ele executou o que também seria o maior solo de todos os tempos, chamado “eruption”.

O solo está no álbum de estúdio chamado “Van Halen”, de 1978.

Dizem que, na época do lançamento do álbum, muitos acharam que o solo era “fake”, pois não poderiam imaginar que alguém pudesse executar um solo extremamente difícil, dada a sua complexidade e agilidade na execução.

8 anos depois Eddie Van Halen desmitificou isso ao realizar, ao vivo, a melhor execução do solo.

Eddie Van Halen, o maior guitarrista de todos os tempos. Também criador e executor do maior solo de todos os tempos. São guitarristas como ele que fazem as pessoas pegarem um cabo de vassoura e simular um solo numa guitarra ou violão.

Eu acho que consegui definir talento.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=L9r-NxuYszg

Positivo e Negativo...

28/04/2020       

Ainda que eu não consiga ser convencido totalmente sobre os benefícios do pensamento positivo, tenho certeza dos malefícios do pensamento negativo.

Compreender o quanto o pensamento negativo pode fazer mal é algo simples e o atual cenário da pandemia de coronavírus pode ser vir de exemplo.

Supomos que você esteja diante da situação em que uma pessoa que você ama esteja infectada pelo coronavírus. Nesse caso, você tem basicamente 3 problemas:

1) Cuidar da pessoa doente que você ama;

2) se cuidar para que também não seja infectado;

3) ter calma e paciência para executar as duas tarefas acima.

Ao adotar o pensamento negativo, você passa a ter o 4º problema, que por sua vez pode comprometer, com êxito, a execução dos outros 3 problemas. Simples assim.

Portanto, evite ao máximo o pensamento negativo.

E se for adotar o pensamento positivo, faça com prudência, sem deixar que ele desperte aquele comodismo que faz você estagnar as ações, dependendo muito mais do pensamento positivo do que das próprias iniciativas de conquistar algo.

Adote-o depois de fazer o possível pelo que você quer, e só assim terá base para sustentar o pensamento positivo como esperança, sem se frustrar em caso de fracasso porque tem a consciência que fez o possível naquele momento e o pensamento positivo estimulará a melhorar cada vez mais.

Da pandemia vamos sair.

Sairemos sequelados? Com certeza!!! Mas sairemos dessa.

E que com ela possamos tirar muitas lições para evitarmos equívocos repetidos.

Que no fim nos [r]estabeleçamos como cidadela do bem.

Pensamento positivo isso?

NÃO!!! APENAS NÃO PODEMOS NOS DAR AO LUXO DE OUTRA OPÇÃO.

Isso é META.

Uma META nos impulsiona a não esperar muito da sorte quando nós mesmos podemos fazer algo, em vez de esperar por um pensamento positivo de forma divina, ao não fazer nada ou fazer tudo errado.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=_Gg-dUDSjR0